Criança que pratica esporte é mais feliz

Criança que pratica esporte é mais feliz

Segundo dados da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), praticar algum esporte esta em segundo lugar na lista de atividades e ações que fazem uma criança feliz, perde apenas para o dia do seu aniversário…

Claro que quando falamos em Esporte, não estamos dando exclusividade para os treinamentos esportivos e sim para os movimentos esportivos, o ato de se movimentar através de jogos e brincadeiras.

O que faz a criança feliz não é o brinquedo, é brincar, é conviver com a família e amigos. Os pequenos não são consumistas…

Criança gosta de estar com criança, até por isso fica tão feliz no aniversário…

Os eletrônicos entram na vida da criança muito cedo e ganham espaço excessivo quando faltam alternativas. Os pequenos acabam se acostumando, adquirindo o hábito.

Em geral, a criança se volta para o brinquedo eletrônico quando está sozinha. Mas se for oferecida uma alternativa, prefere.

Fica clara a grande importância dada pelas crianças ao convívio – tão decisivo para o seu desenvolvimento emocional e cognitivo, não apenas com a família nuclear, mas também a “estendida”.

É preciso oferecer outras experiências, criar mecanismos para que possam fazer atividades apropriadas à faixa etária.

Brincadeiras de rua, apesar das limitações impostas pela violência urbana, e mesmo que não praticadas, estão em primeiro lugar no desejo das crianças.

É muito importante que as crianças, desde pequenas, sejam incentivadas a pratica esportiva e demais bons hábitos.

Venho batendo na tecla de que o Rugby, por seus valores e seu grande apelo como jogo em conjunto, onde o apoio de todos é fundamental para o sucesso da equipe; É como esporte uma ferramenta muito importante para ensinar a criança a dividir, respeitar e conviver em grupo.

Claro que outros esportes também o são, conheço outros que talvez tenham este mesmo apelo, mas nenhum que tenha um apelo maior…

Quando surgiu a ideia de criarmos Rugby Animal, foi com o intuito de apresentar o Rugby para a garotada e dar a chance da mesma conviver e fazer parte deste mundo…

Veja mais em www.rugbyanimal.com.br

Pensamos que se o esporte é importante para a criação e desenvolvimento, se a criança é feliz praticando. Por que não levar o Rugby a elas…

É mais ou menos a história de que se Maomé não vem à montanha, levamos a montanha até Maomé…

Estamos fortes neste ideal e sempre em busca de parceiros que queiram nos ajudar neste desafio…

Os dados estatísticos aqui colocados são fontes do site www.conversandocomseupediatra.com.br

Abraços e até a próxima coluna.

 

RenatoMottaPinheiroEsse texto foi escrito por Renato Motta que é formado em Educação Fisica e Pós Graduado em Fisiologia do Esporte, ingressando no Rugby em 1990 com uma breve temporada pelo Rio Branco Rugby, interrompida pelos estudos e trabalho.
Retomou a prática em 1993 pelo Alphaville Rugby onde permaneceu até sua fusão com o mesmo Rio Branco Rugby, ao qual fez parte da equipe até 2009. Durante este período, teve o privilégio de fazer parte de algumas convocações para integrar a Seleção Brasileira de Rugby.
Sócio Fundador do projeto Rugby Animal.

 

*Os textos publicados na sessão COLUNISTAS expressam as opiniões dos mesmos. Neste espaço, a RUGBIER promove a livre expressão de ideias de especialistas em diversas áreas do rugby.

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